02 Jul 2008 - 12:16:12
Sem tempo pra chorar
Fato consumado - digamos, "Mais na cara que o nariz do Bozo" -, a saída do capitão Jeci do Coritiba deve servir de fato para o início de uma nova era no planejamento do futebol do Clube.
Se os contratos de Jeci e Édson Bastos tinham cláusulas que facilitassem a saída dos atletas - afinal, de quem é a assinatura no contrato? De Gionédis ou de Cirino? -, era de se esperar que o departamento de futebol do Coxa tivesse um plano B para o zagueiro.
Do goleiro, nem esperava isto, pois o Clube tem quatro atletas para a posição - deduzo que já prevendo uma possível saída de Bastos, o Verdão montou um elenco capaz de ter um bom rendimento no gol, caso de uma transferência de EB. Mas do zagueiro, era o mínimo de se esperar. E, lamentavelmente, nas últimas declarações dos responsáveis pelo futebol do Cori - Cirino, Halila, Jamelli e Dorival - todos não falavam em zagueiros. Falavam sim em meio-campistastas ofensivos e mais um atacante, além do argentino Ariel.
É frustante não encontrar este tipo de plano B no futebol do Verdão. Sabedores de que Jeci era um 'alvo' fácil no mercado da bola, a cúpula Coxa-Branca não tinha uma alternativa para a substituição imediata do atleta.
Agora, os atuais dirigentes argumentam que já estavam negociando a renovação com o Jeci e que a saída dele foi decisão unilateral do atleta. Óbvio que isto era uma situação factível. O que não é aceitável é que mesmo com este risco (que deveria ser calculado), os responsáveis pelo futebol coritibano não pensavam em reforçar a zaga.
A saída de Jeci tem que servir de aprendizado para os atuais dirigentes. Se a 'culpa' era do Vialle, a partir de 02 de janeiro deste ano, ela passou automaticamente à responsabilidade de Cirino e Cia. Eles 'herdam' o ônus e o bônus do cargo. E como é uma gestão profissional, deles cobraremos resultados.
Sem tempo para chorar, agora os resonsáveis pelo futebol do Cori precisam é contratar. E contratar bem, pois o campeonato continua.
Se os contratos de Jeci e Édson Bastos tinham cláusulas que facilitassem a saída dos atletas - afinal, de quem é a assinatura no contrato? De Gionédis ou de Cirino? -, era de se esperar que o departamento de futebol do Coxa tivesse um plano B para o zagueiro.
Do goleiro, nem esperava isto, pois o Clube tem quatro atletas para a posição - deduzo que já prevendo uma possível saída de Bastos, o Verdão montou um elenco capaz de ter um bom rendimento no gol, caso de uma transferência de EB. Mas do zagueiro, era o mínimo de se esperar. E, lamentavelmente, nas últimas declarações dos responsáveis pelo futebol do Cori - Cirino, Halila, Jamelli e Dorival - todos não falavam em zagueiros. Falavam sim em meio-campistastas ofensivos e mais um atacante, além do argentino Ariel.
É frustante não encontrar este tipo de plano B no futebol do Verdão. Sabedores de que Jeci era um 'alvo' fácil no mercado da bola, a cúpula Coxa-Branca não tinha uma alternativa para a substituição imediata do atleta.
Agora, os atuais dirigentes argumentam que já estavam negociando a renovação com o Jeci e que a saída dele foi decisão unilateral do atleta. Óbvio que isto era uma situação factível. O que não é aceitável é que mesmo com este risco (que deveria ser calculado), os responsáveis pelo futebol coritibano não pensavam em reforçar a zaga.
A saída de Jeci tem que servir de aprendizado para os atuais dirigentes. Se a 'culpa' era do Vialle, a partir de 02 de janeiro deste ano, ela passou automaticamente à responsabilidade de Cirino e Cia. Eles 'herdam' o ônus e o bônus do cargo. E como é uma gestão profissional, deles cobraremos resultados.
Sem tempo para chorar, agora os resonsáveis pelo futebol do Cori precisam é contratar. E contratar bem, pois o campeonato continua.
Sindicação
Fazer o quê?
Obrigado, JÉCI e que vc seja feliz em sua careira, pois no CORITIBA você foi profissionalmente um atleta que honrou a nossa camisa.